A terapia por ondas de choque pode ajudar quem tem as seguintes patologias CRÔNICAS, com sintomas com duração de três meses ou mais, em que outros tratamentos convencionais não foram efetivos:
- Calcificações Periarticulares dos Ombros (Tendinite Calcárea);
- Epicondilite Lateral e Epicondilite Medial (Cotovelo de Tenista e Golfista);
- Síndrome dolorosa do grande trocânter (Bursite trocantérica);
- Tendinite Patelar;
- Tendinopatia do Aquiles (Tendão Calcâneo);
- Fasciíte Plantar Com ou Sem Esporão;
- Tendinopatia do tendão Calcâneo (Aquileana);
- Pseudoartrose (Fraturas Não Consolidadas) ou Retardo da Consolidação;
- Fraturas por estresse;
- Necrose Avascular óssea, sem desarranjo articular;
- Síndrome dolorosa miofascial (Pontos de Gatilho);
- Feridas não cicatrizadas;
- Úlceras de Pele.
O tratamento consiste em pelo menos 3 sessões, sendo 1 por semana, podendo chegar até 6 sessões, dependendo de cada caso.
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Para quem não está indicado o Tratamento por Ondas de Choque
O tratamento por ondas de choque extracorpórea deve ser realizada após uma indicação feita por um MÉDICO e tem como contra-indicação os seguintes itens:
- Paciente tendo anormalidade na coagulação sanguínea (coagulopatia) ou que esteja tomando algum tipo de anticoagulante;
- Paciente grávida;
- Doença primária maligna (tumores) na área de tratamento;
- Epífises de crescimento no foco (crianças);
- Tecido pulmonar no foco;
- Infecção aguda de tecido mole ou osso;
- Infecções sistêmicas;
- Tratamento no crânio, coluna vertebral e costelas;
- Uso de marca-passo (aplicação próxima);
- Epilepsia;
- Vasos ou nervos maiores no foco;
- Infiltração de corticosteróides no local da aplicação nas últimas 6 semanas;
- Paciente com alto risco de algum tipo de anestesia ou analgesia quando eventualmente tenha que ser utilizada.