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Dedo em martelo: o que é e quais os tratamentos

Você já ouviu falar em “dedo em martelo”?

Por vezes, machucamos nossos dedos e não temos a dimensão do que essas lesões podem acarretar tanto estrutural quanto funcionalmente.

É importante estar atento e sempre buscar auxílio de profissionais qualificados para fazer a correta avaliação e diagnóstico, bem como pensar o melhor curso de tratamento para a lesão que apresentamos.

Neste texto vamos abordar essa temática.

Se você tiver interesse em saber mais, siga a leitura deste texto.

O que é?

O dedo em martelo se caracteriza por ser uma deformação na ponta dos dedos.

Geralmente, é causada por uma lesão no mecanismo que temos de extensão dos dedos.

Nesse quadro, a ponta do dedo permanece dobrada e o indivíduo não é capaz de movimentá-la para cima ou manter o dedo reto.

Não costuma apresentar dor ou, quando apresenta, não é muito dolorosa.

Essa lesão também pode ser causada por fratura do tendão extensor.

É de fácil diagnóstico?

Sim. O ortopedista avaliará se o dedo é capaz de se manter reto ou se o paciente pode movimentar o dedo para cima.

Como a flexão do dedo e impossibilidade de movimentação para cima são característicos dessa lesão, o diagnóstico é basicamente clínico.

As radiografias podem ser utilizadas para saber se existe fratura ou apenas ocorreu a ruptura do tendão.

Como é feito o tratamento?

O tratamento varia de paciente para paciente.

Além disso, também depende do tipo de lesão.

Se a lesão for do tendão extensor, o tratamento indicado é a imobilização.

Essa imobilização pode durar até dez semanas.

Nas primeiras seis semanas, o paciente usa uma tala de metal ou órtese para que o dedo possa ser mantido esticado.

Isso ajuda a cicatrizar o tendão.

Nas últimas quatro semanas, já é possível retirar a tala por algumas horas durante o dia, mas deve-se utilizar durante a noite toda.

Em alguns casos, a tala pode causar pequenas feridas na pele, então isso acarreta certas dificuldades na imobilização.

Outro tratamento a ser realizado é o cirúrgico.

Nessa estratégia, a articulação é fixada na posição adequada.

O procedimento cirúrgico não exclui a imobilização do curso do tratamento.

Em algumas situações em que há fratura, o tratamento indicado também dependerá da forma como a fratura aconteceu.

Se existirem pedaços pequenos fraturados, é preciso imobilizar e tratar com a imobilização por seis semanas, aproximadamente.

Se existirem pedaços grandes fraturados, a intervenção mais adequada é a cirurgia.

Na cirurgia, são colocados fios de metal nos ossos para que mantenham os ossos na posição adequada até que o processo de cicatrização seja finalizado.

E se eu não tratar o dedo em martelo?

Se a lesão não for tratada adequadamente, pode-se evoluir para uma deformidade denominada “pescoço de cisne”.

O dedo fica com aspecto rígido e suas articulações podem apresentar dor e artrose.

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