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Pubalgia

Antes de falar sobre o que é pubalgia, é importante entender o que esse termo significa. O conceito dessa palavra é dor (algia) na região do púbis, ou seja, na união dos ossos da bacia.

Sendo assim, podemos dizer que a pubalgia é um sintoma que pode estar associada ao síndrome pubálgico (habitualmente ligada à prática esportiva) ou a outras queixas. 

Existem dois tipos de pubalgia: a aguda e a crônica. Em relação à duração da sintomatologia, podemos diferenciar a pubalgia em:

  • Pubalgia aguda: dor súbita que surge durante a prática de atividade física e que mais frequentemente se deve a lesão a nível muscular, quer seja a nível dos adutores ou de outros músculos nesta região. Deve ser feito o diagnóstico do tipo de lesão e devem ser afastadas complicações como um hematoma intramuscular extenso.
  • Pubalgia crônica: quando a dor persiste por mais de três meses. Nestes quadros crônicos é muito importante descartar a existência de uma hérnia (inguinal ou femoral) e também de patologia a nível da articulação coxo-femoral (anca), cujo tratamento pode ser uma cirurgia.

A pubalgia pode ter causas músculo-esqueléticas (relacionadas com músculos, tendões, ossos e articulações) ou causas não músculo-esqueléticas (relacionadas com patologia do aparelho digestivo, do aparelho urinário, da próstata, dos testículos e dos órgãos ginecológicos).

Alguns fatores de risco para a pubalgia estão diretamente ligados à prática esportiva. São eles:

  • Movimentos repetitivos (fazer sempre o mesmo tipo de movimento);
  • Posturas extremas das articulações (fazer movimentos muito amplos);
  • Acelerações e desacelerações rápidas;
  • Mudanças súbitas de direção e/ou sentido;
  • Saltos, sobretudo se em apoio unipodálico (só num pé);
  • Chutes.

O tratamento para pubalgia, na maior parte dos casos, é conservador, ou seja, não é feita cirurgia. Entretanto, alguns deles podem ser bastante desafiadores e complexos, necessitando assim, de intervenção cirúrgica. 

Além do uso de medicamentos anti-inflamatórios, pode ser indicada a aplicação de gelo (frio) na área dolorosa, durante cerca de 10 minutos seguidos (no máximo 12 minutos), com intervalos de pelo menos duas horas.

Um programa de reabilitação, incluindo fisioterapia, pode ajudar a diminuir a dor, retomar o normal funcionamento das articulações, o reequilíbrio muscular e o correto recrutamento neuromuscular das estruturas envolvidas.

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