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Cirurgia de Fraturas no Ombro

A fratura no ombro pode ocorrer tanto em crianças como nos idosos. Isso porque todos nós, estamos sujeitos a quedas e acidentes. É essencial saber identificar a possibilidade de uma fratura no ombro, uma vez que a demora no tratamento adequado pode implicar em uma série de outros problemas de saúde que impactam a qualidade de vida.

O ombro é composto por três ossos, úmero, escápula (também chamada de omoplata) e a clavícula. Úmero é o osso do braço que se une ao tronco na região onde existe a escápula, osso localizado na porção lateral superior do tórax. A clavícula, por sua vez, é o osso que conecta os braços à caixa torácica. Todos esses ossos estão presentes em pares no corpo humano.

Como ocorre a fratura no ombro

A fratura é resultado de um impacto causado por queda ou qualquer tipo de acidente. A fratura mais comum é a do úmero (úmero proximal), osso que costuma absorver a maior parte do choque durante uma queda ou acidente.

As fraturas de clavícula são menos frequentes do que as fraturas do úmero proximal. Entretanto, acabam tendo incidência significativa entre praticantes de atividades que envolvem velocidade e esportes nos quais existe muito impacto, como, as modalidades esportivas de combate corpo-a-corpo.

A escápula é protegida por tecidos musculares e geralmente só é fraturada em casos de traumas severos, como em acidentes automobilísticos.

Sintomas da fratura no ombro

Os principais sintomas da fratura no ombro são a dor, inchaço e o surgimento de hematomas. Contudo, alguns sinais são mais característicos de determinados tipos de fraturas.

As lesões no úmero comprometem a mobilidade do ombro e costumam impedir o paciente de erguer e movimentar o braço. Já a fratura da clavícula impossibilita a elevação do ombro e pode gerar uma sensação de atrito na região. Raramente a fratura da escápula ocorre sem que também tenha havido a fratura de algum outro osso, o que torna mais difícil isolar os seus sintomas. É comum a presença de uma certa rigidez nesta parte do corpo.

Uma fratura no ombro pode acarretar deformidades ou alterações na região capazes de serem constatadas a olho nu. É comum, o ombro lesionado ficar mais alto ou mais baixo em relação ao outro, bem como haver algum tipo de saliência anômala.

Existem dois tipo de tratamento para a fratura no ombro, os cirúrgicos e os não cirúrgicos, variando de acordo com a gravidade da lesão e o osso lesionado, bem como a idade e o estado de saúde do paciente.

  • Tratamento não cirúrgicos:

O tratamento se resume à imobilização do ombro e braço na posição correta, mediante a utilização de uma tipóia. É necessário primeiro realizar a redução, ou seja, colocar o osso na posição original. Feito isso, são recomendados analgésicos e anti-inflamatórios para evitar que o paciente sinta dor.

Em cerca de quatro a seis semanas, o osso já está consolidado, iniciando-se a etapa de reabilitação mediante sessões de fisioterapia que visam devolver mobilidade, amplitude de movimentos e força.

  • Tratamento cirúrgico:

As fraturas são reparadas com a utilização de placas e parafusos, atualmente são utilizadas placas confeccionadas com material de rigidez e resistência apropriadas para o reparo da fratura, mas que também contam com formato anatômico. Com elas, garante-se a consolidação do osso fraturado e a recuperação plena da amplitude de movimentos.

Quando a fragmentação do osso é acentuada, o que é comum em pacientes idosos, existe a necessidade da inserção de uma prótese. Também é preciso realizar o enxerto a partir da retirada de material ósseo da bacia ou da fíbula.

A cirurgia é realizada com anestesia geral, mas, é possível utilizar somente anestesia local. No tratamento de fraturas do úmero proximal e da clavícula, as mais comuns, a cirurgia geralmente dura no máximo uma hora e o paciente costuma ter alta hospitalar em 24 horas.

Após o procedimento, são adotadas as mesmas etapas do tratamento não cirúrgico, mantendo-se o ombro imobilizado por, pelo menos, quatro a seis semanas, visando reduzir a chance de rigidez articular, e iniciando-se a fisioterapia em seguida.

O grau de sucesso neste tipo de cirurgia é muito elevado. A maioria dos pacientes que se dedica ao processo de reabilitação readquire os movimentos, a sensibilidade e a força do ombro e braço afetados.

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